Quem observa a linha do horizonte na Baixada Santista, entre o vaivém das pessoas pela orla da praia e a imponência dos navios e cargueiros que navegam pelo canal de Santos, dificilmente enxerga a outra força que determina o ritmo daquelas águas. Invisíveis ao olhar desatento, as marés dos ilegalismos operam silenciosamente, mas deixam marcas profundas na areia.
A (in)segurança pública nas marés dos ilegalismos na Baixada Santista

Quem observa a linha do horizonte na Baixada Santista, entre o vaivém das pessoas pela orla da praia e a imponência dos navios e cargueiros que navegam pelo canal de Santos, dificilmente enxerga a outra força que determina o ritmo daquelas águas. Invisíveis ao olhar desatento, as marés dos ilegalismos operam silenciosamente, mas deixam marcas profundas na areia.

