A ordem judicial também proíbe que sejam realizadas mudanças na equipe de investigação sem informar ao relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).
A polícia afirma que a decisão é uma violação à autonomia investigativa da corporação e procurou, há mais de um mês, o advogado-geral da União, Jorge Messias, para tentar derrubar a determinação do magistrado.
O chefe da AGU, no entanto, tem defendido no governo que o ideal seria estreitar o diálogo nos bastidores para chegar a um acordo entre PF e Mendonça.
Estupro em SP: PM separou menor de idade de amigos para praticar abusos dentro de carroDolly Parton: relembre os maiores hits da cantora que morreu aos 80 anos A cúpula da polícia, porém, insiste na necessidade de recorrer da decisão, o que tem feito a crise entre o magistrado e a polícia se ampliar a cada dia.
Os atritos entre o ministro e a corporação tiveram início devido ao caso do INSS. Um dos motivos, como mostrou a CNN, foi o fato de a PF ter levado mais de sete meses para enviar ao magistrado os dados das quebras de sigilo de Lulinha.
Além disso, a troca da coordenação da PF responsável pela apuração do INSS foi outro motivo que desencadeou a crise.
Interlocutores do ministro, porém, afirmam que não há nenhuma inovação na decisão do magistrado e que, caso a polícia decida esticar a corda, deverá sair perdendo porque ficará exposta à vagareza da polícia no caso e a mudanças desnecessárias na equipe de investigação.



