Em conversas reservadas, ao menos três ministros veem essa hipótese como real por entenderem que a crise do Banco Master tende a se acentuar e que a situação do magistrado deve se tornar insustentável.
Alcolumbre nega acordo com Valdemar sobre veto à dosimetria e CPI do MasterMaioria de sites populares entre adolescentes não checa idade, diz estudoPL define apoio a Sergio Moro no Paraná A avaliação nos bastidores é que as acusações contra Alexandre de Moraes também são graves, mas que o ministro tem mais apoio político e que a saída dele geraria um desgaste maior, uma vez que ele se tornou um dos principais símbolos da corte nos últimos anos.
Ambos negam qualquer irregularidade na relação com o Master e seu dono, Daniel Vorcaro, que está preso.
Sob reserva, integrantes do tribunal avaliam que o STF nunca viveu uma crise tão grande e que será inevitável “cortar na carne”, ou seja, perder um de seus ministros.
Até no ápice dos embates com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do movimento por um impeachment no STF a possibilidade de ver um magistrado deixar o Supremo era refutada nos bastidores.
Agora, porém, a situação é diferente e o cenário de renúncia passou a ser visto como uma saída provável para tentar estancar a crise.


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