No entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), há quem defenda que Jorge Messias não volte para o cargo de advogado-geral da União, mas sim que ele assuma o Ministério da Justiça, pasta responsável por comandar a Polícia Federal (PF).
Como ministro da Justiça, Messias teria a PF sob seu comando num momento em que avançam as investigações do caso Master, com potencial de atingir lideranças do Centrão.
No Supremo Tribunal Federal (STF), o caso Master está sob a relatoria de André Mendonça, aliado próximo de Messias e o maior apoiador de sua indicação dentro da Corte.
Uma das muitas frentes da investigação trata de aportes de R$ 400 milhões do Instituto de Previdência do Amapá (Amprev) no Banco Master.
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