O magistrado restringiu o poder do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) de produzir relatórios sobre movimentações financeiras suspeitas e deixou claro que sua decisão alcança o passado: documentos já fornecidos a investigações em curso.
A decisão soa como música para advogados que buscam brechas para contestar o caso Master e se soma a outra manifestação de Gilmar Mendes, na semana passada, que também sinalizou um rumo para nulidades futuras no caso.
Especialista: Decisão de Moraes sobre Coaf sinaliza insegurança jurídicaAnálise: Investigações politizadas enfraquecem combate ao crimeAnálise: Relatório da CPMI mira Banco Master e cita Vorcaro 32 vezes Os dois ministros lideram, ao lado de Dias Toffoli, a ala do Supremo que, em articulação com a cúpula do Congresso, busca preservação política ante denúncias e, como apontam alguns juristas, conduzir o caso Master ao mesmo desfecho da Operação Lava Jato.
Até agora, não conseguiram, mas o caminho das pedras está sendo dado.



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