Saldo resulta de 2,29 milhões de contratações e 2,13 milhões de demissões; resultado é o segundo menor para agosto desde a pandemia

O Brasil criou 165.827 empregos com carteira assinada em agosto, resultado acima da projeção de 95,7 mil vagas. Foram feitas 2,295 milhões de contratações e 2,129 milhões de demissões, segundo o Novo Caged divulgado nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O resultado ficou acima dos saldos de julho (+55.915 vagas) e de agosto de 2025 (+154.683 postos).

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No acumulado de janeiro a agosto, o País criou 1,134 milhão de empregos formais, crescimento de 2,41%. O resultado é inferior aos 1,517 milhão de postos registrados no mesmo período de 2025. Nos 12 meses encerrados em agosto, foram abertas 887.708 vagas com carteira assinada.

O salário médio de quem foi contratado em agosto ficou em R$ 2.410,74, praticamente estável em relação a julho, com queda de apenas 0,03%. Na comparação com agosto de 2025, houve aumento real de 1,02% -já descontada a inflação.

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Todos os cinco grandes setores da economia terminaram agosto com mais contratações do que demissões.

O setor de serviços respondeu sozinho por cerca de dois terços das vagas criadas no país:

Dentro dos serviços, os maiores avanços vieram de educação, com 25.416 vagas, saúde e serviços sociais, com 19.142, e transporte, armazenagem e correio, com 16.819.

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A criação de empregos foi positiva em 24 das 27 unidades da Federação. São Paulo (+42.533 vagas) teve o maior saldo em números absolutos, seguido por Rio de Janeiro (+20.886) e Pernambuco (+13.428).

Rio Grande do Sul (-1.611 vagas), Rondônia (-923) e Espírito Santo (-287) foram os únicos estados a fechar o mês com mais demissões do que contratações.

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