O resultado ficou acima das estimativas; a criação de empregos subiu 7,2% em relação ao mesmo mês de 2025
copiar link As projeções dos agentes financeiros obtidas pelo Poder360 indicavam que o saldo de empregos formais seria de 100 mil em agosto Sérgio Lima/Poder360 15.maio.2023 Bruna Rossi de Brasília 29.set.2026 (terça-feira) - 14h30 Priorize o Poder no Google O Brasil registrou a criação de 165.827 empregos formais em agosto de 2026, divulgou nesta 3ª feira (29.set.2026) o Ministério do Trabalho e Emprego. As estatísticas são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Eis a íntegra dos dados (585 kB – PDF).
O número é resultado de 2.294.563 admissões e de 2.128.736 desligamentos no mês passado. As projeções dos agentes financeiros obtidas pelo Poder360 indicavam que o saldo de empregos formais seria de 100 mil em agosto. O resultado ficou acima das estimativas.
O Caged mostrou que a criação de empregos em agosto subiu 7,2% em relação aos 154.683 do mesmo mês de 2025.
O ministro do Trabalho e Emprego interino, Chico Macena, afirmou que o resultado de agosto de 2026, porém, não é o que o ministério esperava. Atribuiu o resultado aquém das expectativas a questões como o tarifaço dos Estados Unidos.
Dos postos de trabalho criados em agosto, 73,5% podem ser considerados típicos e 26,5% não típicos.
Os 5 grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos:
O salário médio real de admissão em agosto foi de R$ 2.410,74. Houve redução de 0,03% em relação a julho, quando foi de R$ 2.411,48.
O estoque de empregos formais no Brasil subiu para 48,2 milhões em agosto. Estava em 48,1 milhões em julho e em 47,4 milhões em agosto de 2025. No acumulado do ano de 2026 foram criados 1.134.033 novos postos de trabalho.
Nos últimos 12 meses, de setembro de 2025 a agosto de 2026, o emprego cresceu 1,87% (887.708).


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