Segundo a pasta, a manifestação dos EUA ignora iniciativas como a sanção da Lei Antifacção, ocorrida em março de 2026, que endureceu penas para lideranças criminosas e criou mecanismos para asfixiar as finanças das organizações. O Ministério da Justiça e Segurança Pública ressaltou ainda o impacto do Programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado em maio do mesmo ano. A medida fortalece o sistema prisional, aprimora a investigação de homicídios, combate o tráfico de armas e orienta dezenas de milhares de operações de forças federais, gerando bilhões de reais em prejuízos financeiros aos grupos criminosos.

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Por fim, o MJSP esclareceu que as alusões no texto norte-americano não correspondem a um descumprimento formal previsto pela legislação dos EUA, tratando-se de uma observação circunstancial na parte narrativa do documento, sem efeito dispositivo. A pasta reafirmou que o enfrentamento às facções é prioridade absoluta do Estado e que o Brasil continuará atuando de forma soberana, permanente e integrada na proteção de sua população.

Subeditor do site do jornal Correio Braziliense. Formado em "Comunicação Social - Jornalismo" pela Faculdade de Comunicação (FAC) da Universidade de Brasília (UnB). Entusiasta de automobilismo, séries e entretenimento.