Além da versão digitalizada, o documento também traz informações de cidadania, incluindo dados sobre saúde mental, luto materno, violência obstétrica e outras ocorrências no âmbito da saúde. A integração de diferentes pontos da rede assistencial à gestante também é um diferencial, tornando mais ágil a conferência das informações por profissionais da saúde de cada unidade.
Endometriose: pesquisa Ipsos revela desconhecimento e diagnóstico tardioBolsa Família 2026: Veja datas dos pagamentos em maioVacinação na gestação protege bebês contra vírus respiratório, diz estudo Em todo o Brasil, serão distribuídos cerca de 3,2 milhões de exemplares impressos da caderneta, além do acesso gratuito pelo aplicativo Meu SUS Digital. O aplicativo foi desenvolvido para que as gestantes encontrem informações sobre atenção primária de forma mais eficiente.
O foco principal permanece na redução da mortalidade materna e no combate às desigualdades históricas por região e grupos socioeconômicos no atendimento.
Os campos de registro disponíveis digitalmente para as gestantes cadastradas no sistema vão permitir a inclusão de informações específicas sobre acompanhantes, métodos de alívio de dor, posições para o parto, expectativas para cesariana, além de cuidados no período puerperal.
"A expectativa é a gente qualificar esse momento tão especial para as famílias brasileiras, que é o momento do parto", declarou Padilha.
A estrutura também dedica seções exclusivas ao enfrentamento da violência de gênero, combate às desigualdades sociais, racismo institucional e outras disparidades de gênero e raça ainda presentes nos indicadores de saúde do país.
