O Brasil é o maior produtor de café do mundo e os grãos cultivados no país abastecem não apenas o mercado externo, mas também as marcas vendidas aqui.
Apesar disso, muitos dos cafés encontrados nas prateleiras dos supermercados brasileiros pertencem a empresas estrangeiras.
É o caso do Café Pilão, da holandesa JDE Peet’s, gigante do setor que foi adquirida em agosto de 2025 pela norte-americana Keurig Dr Pepper.
Outras marcas populares, como Melitta, 3 Corações, Café Brasileiro, Café do Ponto e Caboclo, também são controladas por empresas com capital estrangeiro. A suíça Nestlé, dona do Nescafé e do Nespresso, também atua fortemente no país.
Essa participação de multinacionais no mercado é antiga e tem várias explicações.
O ☕conversou com Celírio Inácio, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), para entender o cenário.
ENTENDA: Café bom do Brasil vai todo para fora?
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2021%2F0%2FK%2FC9OuZzQqAAe6afoNnfRQ%2Fben-kolde-u8c3d8hglje-unsplash.jpg&w=3840&q=75)