Diante da guerra no Oriente Médio e seu impacto no preço do petróleo, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda divulgou nesta sexta-feira (13) um documento com projeções para a economia brasileira.

No pior cenário, chamado de "disruptivo" ou "radical", o preço médio do petróleo neste ano iria a US$ 100 por barril. Isso, conforme as projeções, pressionaria "fortemente" a inflação, que ficaria acima de 4%.

A arrecadação federal líquida, calculada após a transferências obrigatórias a estados e municípios, também subiria, e chegaria a R$ 96,6 bilhões em 2026.

"A alta nos preços do petróleo também impacta a arrecadação do governo central. De forma direta, o choque eleva a arrecadação de royalties e participações especiais pagas pelas empresas exploradoras e os tributos recolhidos sobre o lucro das empresas da cadeia de produção, refino e distribuição de petróleo e derivados (IRPJ e CSLL)", explica a Fazenda.

""A alta nos preços do petróleo também impacta a arrecadação do governo central. De forma direta, o choque eleva a arrecadação de royalties e participações especiais pagas pelas empresas exploradoras e os tributos recolhidos sobre o lucro das empresas da cadeia de produção, refino e distribuição de petróleo e derivados (IRPJ e CSLL)", explica a Fazenda."