A atividade econômica brasileira cresceu 0,5% em agosto ante julho, na análise da série com ajuste sazonal, segundo o Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas. Ante agosto do ano passado, a economia cresceu 1,5% e no trimestre encerrado em agosto subiu 1,7%. A taxa acumulada em 12 meses foi de 1,8%.

O consumo das famílias cresceu 0,4% no trimestre móvel findo em agosto, resultado que refletiu principalmente a contribuição positiva dos produtos duráveis, parcialmente revertido pelos impactos negativos dos produtos não duráveis e semiduráveis, enquanto os serviços apresentaram contribuição próxima de zero. O consumo das famílias manteve no trimestre encerrado em agosto a menor taxa de crescimento observada desde o trimestre móvel findo em outubro de 2025.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) avançou 1,6% no trimestre móvel até agosto. O resultado foi sustentado principalmente pelas contribuições positivas da Construção e do componente Outros, que mais do que compensaram o impacto negativo de Máquinas e equipamentos.

A exportação subiu 2,5% no trimestre móvel findo em agosto, enquanto a importação cresceu 6,4% no mesmo período.

Em termos monetários, estima-se que o PIB acumulado até agosto de 2026, em valores correntes, tenha sido de R$ 9,020 trilhões.

A taxa de investimento em agosto foi de 19,1%.