“Filas imensas de pessoas esperando atendimento”. Esse é o atual retrato dos equipamentos de saúde pública de Belo Horizonte, em especial centros de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), de acordo com uma enfermeira que prefere não se identificar, por medo de represálias. Desde o dia 10 de abril, foi decretada situação de emergência pela prefeitura da capital mineira, em razão do surto de doenças respiratórias.