A+A- LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Brasil e Coreia do Sul firmaram um acordo de quatro anos para fortalecer relações bilaterais. O intercâmbio comercial entre os países alcançou US$ 10 bilhões, impulsionando o comércio internacional. Ampliar a parceria cria mais empregos e pode ajudar a diminuir a inflação no Brasil. A Coreia é o quarto maior parceiro comercial do Brasil na Ásia, favorecendo a troca de tecnologia e produtos. Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O Brasil e a Coreia do Sul traçaram um plano de quatro anos que estabelece relações bilaterais na política, economia e intercâmbios. O presidente asiático Lee Jae Myung reforçou a troca cultural entre as nações, e Luiz Inácio Lula da Silva disse que os países firmaram acordos sobre saúde, empreendedorismo, agricultura, ciências, tecnologia e combate ao crime organizado transnacional.
Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (23), o economista e professor Rodrigo Simões fala que, por ser um mercado importante, acordos com a Ásia permitem uma ampliação do comércio internacional.
“A Coreia é o nosso quarto maior parceiro comercial na Ásia e o quinto maior destino das exportações para aquela região. O intercâmbio de transação comercial atingiu US$ 10 bilhões em 2025 [...]. A Coreia tem tecnologia, tem dinheiro. Nós [Brasil] temos a terra, nós temos o produto, nós temos o agronegócio para poder oferecer nossos produtos. É uma troca”, explica ele.
Segundo Simões, ampliar essa parceria é importante para geração de empregos no Brasil: “Se você exporta mais, você produz mais. Para você produzir mais, você contrata mais pessoas”. Além disso, ao entrarem mais dólares no país, o preço do câmbio cai e os produtos ficam mais baratos, diminuindo a inflação.
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