A declaração do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na qual ele admitiu pela primeira vez a possibilidade de disputar o Palácio do Planalto em 2030 incomodou bolsonaristas e a ala do PL (Partido Liberal) mais próxima ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Fontes próximas à família ouvidas pela CNN disseram que o “timing” foi equivocado e classificaram a fala como “inoportuna”, mas frisaram que não consideram o gesto uma traição.
Após defender o reconhecimento ao resultado das urnas, o governador disse na entrevista que terminando o segundo mandato no governo paulista se “abre uma possibilidade” de disputar a Presidência.
Michelle chama Jair de "líder" e diz que ele defende "momento de união"Após vitória, Lula vira "garoto-propaganda" de campanhas no exteriorAliados do PL veem incerteza em próximos passos com fuga de Flávio “O líder da direita é o Jair Bolsonaro, que endossou a liderança do Flávio. É um direito do Tarcísio concorrer, mas achei a fala precipitada. Não o reconheço como o líder da direita”, disse à CNN o vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo (PL).
Já deputados da ala pragmática do PL dizem que o chefe do executivo paulista está bem posicionado para ser o candidato da direita em 2030 após a fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos, mas também mencionam a ex-primeira dama e senadora eleita Michele Bolsonaro (PL-DF).


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