Na publicação, Flávio questiona a relação entre o Banco Master e a "alta cúpula do PT nacional e da Bahia".
Mendonça diz que delação precisa ser “séria” e que não acessou relatosAlessandro Vieira pede suspeição de Nunes Marques na CPI do MasterPF: Irmão de Ciro comprou cota de R$ 13 mi por R$ 1 mi de primo de Vorcaro "As denúncias do caso Master são muito graves e o ministro André Mendonça agiu corretamente ao autorizar a operação. Eu acredito que, se há qualquer suspeita, ela tem que ser investigada. Agora, o que o Brasil espera é que tudo seja apurado até o fim, sem blindagem, sem acordão, sem proteção política", afirmou.
"O Congresso Nacional tem a obrigação de fazer a sua parte. É por isso que a CPI do Banco Master precisa sair do papel. O povo brasileiro merece saber toda a verdade. Como esse banco cresceu? Quem estava por trás? Quem se beneficiou? E quais são as ligações do Master com a alta cúpula do PT nacional e da Bahia? Não podemos deixar que empurrem esse assunto para debaixo do tapete. CPI do Master já", completou.
Mais cedo, o senador afirmou que acompanhava com atenção as "graves informações" envolvendo o senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro, no caso Banco Master. Flávio defendeu a investigação e afirmou esperar uma "ampla apuração".
A instalação da CPI para investigar o Banco Master enfrenta resistências políticas e técnicas e tem gerado repercussões além do Congresso. A rejeição de Jorge Messias para uma vaga no STF foi interpretada pelo governo como uma retaliação pela falta de apoio à comissão.
"Há várias causas para essa derrota, mas o que influenciou muito, e todo mundo sabe disso, foi o Banco Master. Esse episódio pesou bastante. O fato de não termos instalado uma CPI... ainda que a Polícia Federal esteja fazendo um trabalho brilhante", disse o ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães, na última quarta-feira (6), em entrevista ao CNN 360º.
