O relatório foi enviado ao relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal), ministro André Mendonça, e tem como foco fraudes na Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura).
Também foram indiciados Virgílio Ribeiro, ex-procurador-geral do INSS; André Fidelis, ex-diretor do órgão; Aristides Veras dos Santos, ex-presidente da entidade; Thaisa Daiane, ex-secretária-geral da Contag; e Edjane Rodrigues Silva, ex-secretária da associação. A PF aponta o cometimento dos crimes de organização criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informação.
Quem é Stefanutto, ex-presidente do INSS na gestão Lula indiciado pela PFÀ PF, ex-presidente do INSS responsabiliza Dataprev por fraudesCaso INSS ainda tem uma centena de materiais para serem analisados No primeiro inquérito, a corporação já havia indiciado Stefanutto e outras 47 pessoas. O caso apura um esquema de descontos de valores mensais de aposentados e pensionistas do INSS em nome de associações e teriam sido desviados até R$ 6,3 bilhões.
A Contag foi apontada pelas investigações como a principal beneficiada do esquema apontada como a principal entidade do esquema.
O relatório deve ser encaminhado à PGR (Procuradoria-Geral da República), que poderá decidir se pede arquivamento ou apresenta denúncia contra os envolvidos.



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