De acordo com publicação nas redes sociais, ele deixou o Brasil após a condenação. A associação afirma que Lisboa atuava como adestrador de animais e estava afastado da família.
O caso ocorre em meio a outras decisões envolvendo investigados pelos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília. Na início do mês, a Conare (Comissão Nacional para Refugiados), da Argentina, concedeu asilo a Joel Borges Correa, de 47 anos, condenado no Brasil a 13 anos e seis meses de prisão.
Argentina: Foragidos do 8/1 que quebraram tornozeleira vão para domiciliarArgentina julga hoje extradição de foragidos do 8/1 pedida por MoraesGilmar é alvo de protesto de foragido do 8/1 durante evento na Argentina Correa havia sido preso na Argentina em novembro de 2024, durante uma blitz na província de San Luis, enquanto seguia em direção à Cordilheira dos Andes. A extradição dele foi solicitada pela Justiça brasileira.
A Conare, que concedeu refúgio a Correa, é composta por integrantes dos ministérios argentinos das Relações Exteriores, da Justiça e do Interior. Além disso, é assessorada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e organizações não governamentais, mas que não têm direito a voto.
Apesar de o governo afirmar que a decisão da Conare é autônoma, pessoas envolvidas com julgamentos de extradições argumentam que a decisão final é do poder Executivo.
Outros quatro brasileiros, cuja extradição foi determinada junto com Borges, aguardam a decisão da Conare em prisão domiciliar. Eles recorreram da decisão judicial à Suprema Corte do país.
