Confira também: curso gratuito de Astronomia para pessoas cegas ou com baixa visão; e estudantes de Surubim se apresentam em festival de artes em SP

É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.

Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.

Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige técnicas e recursos específicos.

Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.

É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados. Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.

Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.

É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.

Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.

É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um fato ou notícia.

Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.

Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do entrevistado reproduzida entre aspas.

Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

Aqui, leitores, educadores e estudantes poderão se atualizar sobre inovações pedagógicas, boas práticas, debates e os principais desafios da Educação no Brasil e no mundo.

O Instituto Alana, a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o UNICEF divulgaram uma nota técnica com recomendações para incluir a agenda ambiental e climática nos planos estaduais, distrital e municipais de educação.

O documento orienta a implementação do Objetivo 8 do Plano Nacional de Educação (PNE) 2026-2036, que prevê ações de educação ambiental e enfrentamento às mudanças climáticas nas escolas.

A publicação destaca que quase 90% das crianças e adolescentes brasileiros estão expostos a pelo menos um risco climático. Nas capitais, 370 mil estudantes frequentam escolas situadas em áreas de risco, quase 90% delas em favelas e comunidades urbanas.

Entre as recomendações estão a elaboração de diagnósticos sobre os riscos de cada território e a criação de estratégias para enfrentar situações como secas, ondas de calor, queimadas, chuvas intensas, inundações e deslizamentos. Também sugere o uso de soluções baseadas na natureza, como arborização, áreas de sombra, jardins de chuva, telhados verdes, pisos permeáveis, hortas e sistemas de captação de água da chuva. Essas medidas podem contribuir para reduzir os efeitos das temperaturas elevadas e ampliar as possibilidades de aprendizagem ao ar livre.

O documento fala sobre a necessidade de prever recursos financeiros para implementar as medidas, incluindo fontes nacionais de financiamento e linhas orçamentárias locais voltadas à sustentabilidade socioambiental.

Os estados e o Distrito Federal têm até 14 de abril de 2027 para elaborar ou adequar seus planos de educação, enquanto os municípios devem concluir o processo até 14 de julho de 2027. Segundo a nota, o período exige a organização de comissões, a realização de diagnósticos territoriais e a promoção de conferências e consultas públicas para definir metas e estratégias de acordo com as necessidades de cada localidade.

Pessoas cegas ou com baixa visão podem aprender sobre estrelas, planetas e outros fenômenos do Universo por meio de outros sentidos. Essa é a proposta do curso gratuito “Astronomia de Olhos Fechados”, desenvolvido pelo professor de Física do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) – Campus Recife, Guilherme Pereira.

O curso reúne 10 aulas, com conteúdos teóricos e atividades práticas que apresentam conceitos de Astronomia a partir de experiências que não dependem exclusivamente da visão. A proposta é permitir que os participantes explorem temas como movimentos celestes, estrelas e planetas por diferentes formas de percepção.

“É preciso chamar atenção para a importância de ampliar a presença das pessoas com deficiência em todos os espaços, incluindo o da educação científica”, afirmou Guilherme Pereira, que também coordena o Núcleo de Astronomia e Física do IFPE Recife.

Todas as aulas do curso já estão disponíveis gratuitamente no YouTube, reunidas em uma playlist. Não é necessário realizar inscrição prévia para acompanhar o conteúdo. A iniciativa de Pereira também disponibiliza um canal voltado à divulgação e ao ensino de Astronomia, com outros conteúdos e cursos online gratuitos.

O curso também está disponível na plataforma de cursos EaD chamada Portal de Cursos Abertos (MOOC) do IFPE. Nessa plataforma, o participante recebe o certificado automaticamente, após a conclusão do curso. As pessoas interessadas podem acessar o link: https://mooc.ead.ifpe.edu.br.

Uma delegação de 30 estudantes do Colégio Marista Pio XII, de Surubim, no Agreste de Pernambuco, representa o estado na primeira edição do Festival Marista de Arte e Cultura (FEMAC), que reúne 423 estudantes de 34 unidades do Marista Brasil, vindos de 13 estados. O evento, realizado em São Paulo, termina nesta terça-feira (13).

A programação começou na última sexta-feira (9) e conta com apresentações de música, dança e teatro. Os estudantes pernambucanos são acompanhados por seis colaboradores e levam aos palcos paulistas manifestações ligadas à cultura de Pernambuco e às tradições nordestinas.

A participação da unidade de Surubim ocorre por meio de quatro grupos artísticos: Banda Marista, CIA Faces de Teatro, grupo Dança do Corpo e Grupo Corporal de Dança.

Entre as apresentações está o espetáculo musical da Banda Marista, inspirado no forró e na cultura da vaquejada. Na dança, os estudantes apresentam “As Valencianas”. Já no teatro, a montagem “Opereta Pernambucana – Palco de um Rio” reúne teatro, música e dança em uma narrativa sobre a história, a cultura e as paisagens de Pernambuco.

O FEMAC é realizado nos colégios Maristas Arquidiocesano e Glória, em São Paulo, e inclui, além da Mostra Competitiva de Dança, uma Mostra Formativa, oficinas e vivências voltadas ao intercâmbio cultural entre os jovens.

Segundo o gerente de Projetos Socioeducacionais do Marista Brasil, Celso Moletta Júnior, o festival também contribui para a formação dos estudantes. “É um momento de celebrar talentos, histórias, descobertas e os laços que nos unem como comunidade Marista. Cada apresentação revela dedicação, criatividade e superação, mostrando como a arte contribui para a formação integral dos nossos estudantes.”

Espetáculo Opereta Pernambucana do Colégio Marista Pio XII, unidade de Surubim - Divulgação/Colégio Marista Pio XII - Surubim