A reunião terá como foco principal a apresentação de balanços das áreas por parte dos ministros que estão de saída, além do alinhamento com os novos titulares.

Cada pasta deverá apresentar resultados, desafios e prioridades, permitindo que os substitutos assumam já com conhecimento detalhado das ações em andamento.

A estratégia do governo é evitar rupturas e manter o ritmo das entregas, mesmo diante de uma ampla reforma ministerial.

Planalto avalia que prorrogação de CPMI amplia riscos políticos a LulaVeritá: em duelo direto, Flávio venceria Lula em SP por 53,3% a 46,7%Lula diz que Camilo Santana deixará o MEC para atuar em campanha eleitoral A reunião ocorre em meio a uma debandada significativa no primeiro escalão. O governo deve perder cerca de 20 ministros que pretendem disputar cargos nas eleições de 2026.

Esses integrantes do governo são cotados para concorrer a vagas no Senado, na Câmara dos Deputados e a governos estaduais. Parte deles já confirmou a intenção de disputar o pleito, enquanto outros ainda negociam suas candidaturas nos bastidores.

A legislação eleitoral exige que ministros deixem seus cargos até seis meses antes das eleições, o que acelera o processo de substituição e reorganização da equipe ministerial.

Diante do esvaziamento, o Planalto já trabalha para garantir a continuidade da gestão. A tendência é que secretários-executivos sejam promovidos a ministros, evitando mudanças bruscas e assegurando a manutenção dos projetos prioritários.