Neste período, entre os dias 2 e 31 de julho, os prazos processuais na Corte ficam suspensos, com a presidência arbitrando apenas sobre questões de urgência, tanto novas quanto as que já estavam em andamento. Na primeira quinzena do plantão, o presidente do STF, Edson Fachin, continuou na função.
Moraes dá cinco dias para PGR se manifestar sobre carta de BolsonaroDino intima presidentes de 21 partidos para explicar destinação de emendasEm SP, Fachin critica bets e defende "regulação financeira" no país Além de Moraes, os ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques, André Mendonça e Flávio Dino trabalham normalmente durante o mês. Já Dias Toffoli ficou responsável apenas pelos processos de reclamações nos âmbitos cível e criminal, petições e inquéritos, além de mandados de segurança.
A Corte também informou que o ministro Cristiano Zanin atua neste mês exclusivamente em inquéritos, APs (Ações Penais) e nos processos aos quais o magistrado esteja vinculado. Por sua vez, Cármen Lúcia e Luiz Fux estão de férias durante julho.
Moraes já presidiu o STF de forma interina antes. A última vez foi em janeiro, durante o recesso de final do ano — que acontece entre dezembro e o primeiro mês do ano. Antes disso, o ministro também ficou à frente da Corte em novembro de 2025, quando Fachin viajou a Belém para compromissos ligados à Cúpula do Clima, evento preparatório da COP30.
Fachin e Moraes estão no comando do tribunal desde o fim de setembro e cumprem um mandato de dois anos.
Pela tradição do STF, que segue a ordem de antiguidade, Moraes deve assumir a presidência de forma definitiva em 2027.
