Mesmo com orçamento bilionário e milhões de alunos atendidos, o Brasil ocupa posições baixas em rankings internacionais e ainda convive com milhões de analfabetos
Se existe um setor que define o futuro de uma nação, é a educação. E quando olhamos para os números do Brasil, o contraste entre investimento e resultado chama atenção. O orçamento do Ministério da Educação gira na casa de R$ 230 bilhões, enquanto o sistema atende cerca de 46 milhões de alunos na educação básica. É uma das maiores estruturas educacionais do mundo.
Mesmo assim, os resultados seguem abaixo do esperado. No Pisa 2022, principal avaliação internacional da OCDE, o Brasil ficou entre as últimas posições. Em matemática, por exemplo, o país ocupou aproximadamente a 65ª colocação entre cerca de 80 países avaliados. Em leitura e ciências, o desempenho também ficou na parte inferior da tabela, distante das nações desenvolvidas.

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