A+A- LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Os preços do petróleo subiram mais de 5% devido a dúvidas sobre negociações de cessar-fogo entre Irã e EUA. Atualmente, o preço do barril Brent continua em alta de mais de 1% nesta terça-feira (21). O economista Roberto Troster acredita que a tendência é de queda nos preços do petróleo, mas não de forma imediata. Troster também aponta que o Brasil tem potencial para se destacar na exportação de biocombustíveis e minerais críticos. Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Os preços do petróleo subiram mais de 5% nesta segunda-feira (20), em meio a dúvidas sobre as negociações por um cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos e a preocupações com o fluxo do combustível no estreito de Ormuz. Nesta terça-feira (21), o preço do barril Brent, que é referência mundial, teve alta de mais de 1%.

Segundo o economista Roberto Troster, tanto para os Estados Unidos quanto para o Irã, o mais razoável seria acabar com o conflito o mais rápido possível. “Mas, às vezes, a racionalidade não é o que predomina nesse tipo de relação”, pontua.

Ele explica que o Brasil conta com boas possibilidades, podendo se firmar como principal nome na exportação e produção de biocombustíveis e minerais críticos. “Potencial nós temos, temos que aproveitar”, diz em entrevista ao Conexão Record News.

“Para o Brasil, não foi ruim. A guerra é ruim, é muito ruim. Mas, para o Brasil, o Fundo Monetário [FMI] faz quatro projeções de crescimento das economias do mundo. Fez uma em janeiro e fez outra agora em abril, semana passada. O que acontece? Ele reduziu a projeção de crescimento do mundo em 0,2% e aumentou a projeção de crescimento do Brasil em 0,3%”, argumenta.

Sobre a queda dos preços do petróleo após a confirmação do fim da guerra, Troster afirma que a tendência é realmente de queda, mas não imediata.

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