Os acolhimentos são realizados por estudantes de graduação e pós-graduação de áreas como psicologia, medicina e educação, sob a supervisão de professores.
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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o serviço tem a capacidade de acolher até 11 mil pessoas por mês, uma média de 15 atendimentos por hora. O acesso à plataforma se dá pelo site www.podefalar.org.br. Antes do atendimento humano, o jovem precisa passar por uma “triagem” por meio de um chatbot, que funciona como uma primeira escuta digital. Nessa etapa são oferecidos conteúdos sobre saúde mental, e, logo depois, o sistema direciona a conversa para o entendimento humano. O atendimento individual funciona das 8h às 22h.
Saúde mental no Brasil De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é uma das principais causas de morte entre pessoas de 15 a 29 anos. A organização também aponta que uma em cada 7 pessoas de 10 a 19 anos vive com algum transtorno mental, sendo depressão e ansiedade as mais comuns. Além disso, o sofrimento psíquico entre meninos e meninas tem uma diferença considerável. Segundo os dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), em 2025, 25% das meninas entre 13 e 17 anos consideravam que a vida não valia a pena ser vivida, um número muito superior ao registrado entre meninos (12%).
