🔎 O prazo para candidatos, partidos, federações e coligações apresentarem à Justiça Eleitoral a prestação de contas parcial da campanha começou nesta quarta-feira (9) e vai até domingo (13). Isso significa que os valores analisados neste levantamento ainda não são definitivos, e novas despesas devem ser registradas pelos candidatos até o fim da semana.

A prestação de contas parcial reúne todas as movimentações financeiras e os recursos estimáveis em dinheiro recebidos ou utilizados desde o início da campanha, em 16 de agosto, até 8 de setembro.

As informações são enviadas pelo Conta+JE, sistema da Justiça Eleitoral que centraliza a prestação de contas. Mesmo antes do fim do prazo, porém, a maioria dos candidatos já começou a informar parte das receitas e despesas no DivulgaCand, plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre os principais presidenciáveis, os gastos declarados até agora somam R$ 74 milhões. Flávio Bolsonaro (PL) foi o que mais declarou gastos até o momento: R$ 49 milhões. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com R$ 20 milhões, e Romeu Zema (Novo), com R$ 2 milhões. O presidente Lula (PT) declarou R$ 100 mil até o momento, e Augusto Cury (Avante), R$ 55 mil.

📝 A cada eleição, o TSE fixa um teto de gastos para cada cargo em disputa. Para os candidatos a presidente, nas eleições 2026, o limite máximo de gastos é de R$ 88,9 milhões no primeiro turno e R$ 44,5 milhões no segundo turno. Ou seja, o político que participar dos dois turnos da eleição presidencial pode gastar até R$ 133,4 milhões.