Em entrevista exclusiva ao CNN 360º, Skaf indicou que é "evidente a inconstitucionalidade" do texto, que contradiz parâmetros trabalhistas estabelecidos pela Constituição de 1988.
Governo bloqueia 28 plataformas por apostas em mercado de previsõesP&G tem lucro e receita acima do esperado no 3º trimestre fiscalDepartamento de Justiça dos EUA encerra investigação sobre chair do Fed A Carta Magna limita a "duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho".
O texto enviado pela gestão Lula acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem qualquer redução no salário.
Nesse sentido, Skaf afirmou esperar para semana que vem alguma medida no campo judicial contra o PL redigido pelo governo.
O presidente da Fiesp defendeu que o debate sobre a jornada de trabalho aconteça em outro momento, indicando que a discussão às vésperas das eleições torna um assunto profundo em "campanha política".
"Se fala em pressa, emergência, prioridade e acelerar o processo. Essa pressa toda é por que se não pelas eleições? [...] Já temos problema de custos altos no Brasil, temos que tomar cuidado para não gerar desemprego e informalidade", pontuou o empresário.
Skaf apontou que não pode se resolver de forma horizontal uma questão que é específica da realidade de cada setor, pedindo que a mudança seja debatida com maior profundidade.
