O cenário político catarinense ganha destaque com a especulação em torno do nome da atual secretária de Educação de Santa Catarina, Luciane Ceretta, para uma possível pasta ministerial em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. A notícia surge em um momento crucial, com a disputa presidencial se encaminhando para o segundo turno.

Ceretta, enfermeira de formação, possui uma sólida trajetória em gestão pública. Antes de assumir a Secretaria Estadual de Educação, ela foi reitora da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), cargo do qual se licenciou, e também presidiu a Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe). Seus resultados e liderança à frente da pasta estadual são vistos como credenciais importantes.

A sua atuação como coordenadora da campanha de reeleição do governador Jorginho Mello, que obteve quase 70% dos votos válidos em primeiro turno, também é apontada como um fator que fortalece sua candidatura. A relação próxima entre o governador Mello e Flávio Bolsonaro, reforçada pelo apoio entusiástico à candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado, cria um ambiente favorável para que nomes catarinenses sejam considerados.

O currículo de Luciane Ceretta, aliado à sua projeção política em Santa Catarina, faz com que seu nome ganhe força nos bastidores. A possibilidade de sua ascensão a nível federal reflete a crescente influência da política catarinense no cenário nacional, especialmente em um contexto de definição presidencial.