O volume de serviços no Brasil caiu 0,4% em maio, após alta de 1,1% em abril, com recuo puxado, sobretudo, pelas atividades de transportes (-1,0%) e os outros serviços (-1,9%), que eliminaram os ganhos de 0,9% e 1,9% do mês anterior.
O resultado, divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE, veio abaixo do esperado por analistas de mercado, que projetavam recuo de 0,1%.
Já na comparação com maio de 2025, o volume de serviços cresceu 0,4%, seu 26º resultado positivo consecutivo. O acumulado de janeiro a maio deste ano foi de 1,9%, enquanto o acumulado nos últimos doze meses foi caiu para 2,6% ante os 2,9% de abril.
A queda foi pressionada pela menor receita nos transportes aéreo de passageiros, rodoviário de cargas, logística de cargas, além de serviços financeiros auxiliares.
Por outro lado, foram registradas altas nos grupos de profissionais, administrativos e complementares (1,9%) e serviços prestados às famílias (0,2%), chegando às suas segundas taxas positivas seguidas. Já a atividade de informação e comunicação ficou estável.
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