A transição energética deixou de ser compreendida somente como uma agenda ambiental, mas passou a ser vista também como uma questão de segurança energética. A convergência desses dois vetores abre disputas econômicas, tecnológicas e geopolíticas, com impactos diretos sobre a competitividade industrial, o comércio internacional, a inovação e a reorganização das cadeias globais de valor da segurança energética.