Segundo Viana, a única evidência é o depoimento de uma testemunha. Ele ressaltou que, devido à suspensão da quebra de sigilo bancário e fiscal pelo STF, não foi possível confirmar se Lulinha recebia valores do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
Após Mendonça fechar sala-cofre, Viana diz avaliar "medidas necessárias"Advogado de Lulinha diz não ter acesso à quebra de sigilo do filho de LulaDefesa de Lulinha admite ao STF viagem paga pelo Careca do INSS “O que temos de evidência é uma testemunha que diz que ele recebia mesadas de 300 mil. Não há como dizer que é verdade, mas ele viajou com o Careca do INSS”, afirmou o senador.
No dia 26 de fevereiro, sob protestos, a comissão aprovou a quebra de sigilo de Lulinha. Porém, uma semana depois, o ministro Flávio Dino suspendeu a deliberação, atendendo a pedido da defesa.
Nesta semana, a defesa admitiu ao STF que Lulinha viajou a Portugal com despesas pagas pelo empresário, mas negou à CNN Brasil que tenha fechado negócios ou recebido dinheiro.
Edson Claro, ex-funcionário do Careca do INSS, teria dito à Polícia Federal que o filho do presidente recebia uma “mesada” de R$ 300 mil do empresário apontado como articulador do esquema investigado.
