
O maior inimigo de Lula não é a economia. É o sonho
O dado econômico importava, claro, mas o dado político era ainda maior: pela primeira vez em muito tempo, milhões de brasileiros passaram a acreditar que o padrão de vida dos de cima não era apenas visível, era alcançável. É por isso que a fotografia daquele período continua tão forte no imaginário nacional. A FGV (Fundação Getúlio Vargas) descreveu o ciclo como um “boom na classe C” e associou esse movimento a casa, carro, computador, crédito e carteira de trabalho em níveis recordes.






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