O ex-governador do estado de Goiás destacou que a ausência de segurança pública provoca, consequentemente, "a ausência de governabilidade". "O Brasil é um país que vive hoje um clima de guerra, a maior parte do território brasileiro está totalmente confiscado pelas facções criminosas. A Amazônia brasileira 100% comandada pelo PCC, Comando Vermelho… Essa situação que chegou da conivência do atual governo com as facções criminosas no Brasil, ele se acovardou, se ajoelhou para o crime. Quando se ajoelha para o crime, ele cresce”, ressaltou.

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Em seguida, o candidato falou de planos para o próprio governo, caso seja eleito. De acordo com ele, "não haverá um palmo neste país que será comandado por bandidos". É necessário, conforme detalhou, ter estrutura, batalhões bem treinados e integração das forças, por exemplo. Ele ainda confirmou que contará com auxílio da inteligência artificial e que dará autoridade a governadores do país para "legislar sobre essas áreas em seus estados".

O goiano ainda criticou o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a criação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, ainda pendente de aprovação. Caiado ressaltou que a criação é desnecessária. Para ele, bastaria a sanção de uma medida provisória.

Brasiliense de 21 anos, apaixonado desde o princípio da vida por esportes, mas de maneira um pouco mais afetuosa pelo futebol. No jornalismo desde 2020, ano de entrada no Ceub