O ex-governador de Goiás e candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou neste domingo (23) que o Brasil vive atualmente um clima de guerra.
A declaração foi feita durante o Debate na Band, ao comentar sobre segurança pública.
“Se não tiver segurança pública, não tem governabilidade. O Brasil é um país que vive hoje um clima de guerra, a maior parte do território brasileiro está totalmente confiscado pelas facções criminosas”, declarou Caiado.
“A Amazônia brasileira 100% comandada pelo PCC, Comando Vermelho… Essa situação que chegou da conivência do atual governo com as facções criminosas no Brasil, ele se acovardou, se ajoelhou para o crime. Quando se ajoelha para o crime, ele cresce”, acrescentou.
Ronaldo Caiado afirmou que, caso ele seja eleito, não haverá um palmo neste país que será comandado por bandidos. Segundo ele, é preciso ter estrutura, citando inteligência artificial, batalhões bem treinados, integração das forças e dará autoridade aos governadores para legislar sobre essas áreas em seus estados.
Durante o Debate na Band, Ronaldo Caiado criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. Para ele, uma medida provisória resolve.
Os candidatos à Presidência começaram a chegar na sede da Band a partir das 18h. Renan Santos (Missão) foi o primeiro, e fez críticas às ausências de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo). O postulante também exibiu fraldas com os nomes dos dois adversários.
O segundo candidato que chegou à emissora foi o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que também citou as ausências de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). “Infelizmente dois fujões não estão presentes”, disse Caiado.
Já Augusto Cury (Avante) fez um protesto pela ausência dos candidatos, e anunciou que não participaria do evento. No fim, Cury voltou atrás em sua decisão e optou por participar do debate.
Os candidatos podem caminhar pelo estúdio e gerenciar o próprio tempo sob o controle de um cronômetro na tela. Aqueles que optaram por não comparecer são representados no palco por uma cadeira e um púlpito vazio.
Os candidatos têm direito de resposta a ofensas de cunho pessoal ou moral, que serão avaliadas em tempo real por uma comissão jurídica e jornalística da emissora. Caso o pedido seja aceito, o candidato ofendido ganha 1 minuto exclusivo para se posicionar no mesmo bloco.



