A ideia é preservar o magistrado, que declarou suspeição para julgar a prisão de Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira que foi liquidada extrajudicialmente pelo Banco Central.
TSE segura julgamento de governador de Roraima por quase 2 anosBolsonaro usará Flávio como porta-voz, mas Michelle deve ter influênciaCunhado de Vorcaro muda defesa e abre caminho para delação Uma das hipóteses ventiladas nos bastidores por fontes do Supremo ouvidas sob reserva pela reportagem é que o ministro Flávio Dino migre da 1ª para a 2ª Turma.
Com isso, Toffoli não precisaria se declarar suspeito em julgamentos futuros relacionados ao caso Master e, assim, evitaria novos desgastes.
O ministro foi relator do caso Master, mas deixou a condução das investigações após a Polícia Federal entregar um relatório ao presidente do Supremo, Edson Fachin, sobre a relação de Toffoli e Vorcaro.
O ministro André Mendonça foi sorteado o responsável pelas apurações. Geralmente, decisões mais sensíveis são submetidas à turma do relator que, neste caso, é a mesma de Dias Toffoli.


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