Segundo a corporação, a ação ocorreu de "forma preventiva adotada em investigação sigilosa conduzida pela Polícia Federal e fruto da cooperação permanente com agências de inteligência estrangeiras".
"As medidas pertinentes foram prontamente adotadas, não tendo sido verificados até o momento elementos que corroborassem os riscos inicialmente apontados, tampouco identificados quaisquer suspeitos de envolvimento com organizações criminosas. As investigações prosseguem com a análise dos equipamentos de comunicação e mídias apreendidos e eventuais outras providências necessárias", disse a PF em nota.
Nesta sexta, a embaixada dos Estados Unidos suspendeu os serviços consulares por tempo indeterminado devido a "questões de segurança".
Com a emissão do alerta de segurança pela embaixada dos EUA, os atendimentos ordinários e os agendamentos de vistos em Brasília foram interrompidos. Os funcionários foram orientados a despachar em regime de home office. A orientação para cidadãos norte-americanos é evitar o comparecimento à sede diplomática, exceto em casos comprovados de emergência.
Até os funcionários da embaixada e dos consulados desconhecem os detalhes das preocupações de segurança que motivaram a decisão. Oficialmente, o Departamento de Estado norte-americano informou em nota que o governo Trump "tem como máxima prioridade a segurança e a proteção dos cidadãos americanos".
"As Embaixadas e Consulados dos Estados Unidos no exterior utilizam regularmente o sistema de mensagens STEP, incluindo alertas, para informar os cidadãos americanos sobre ameaças, eventos e mudanças relevantes no contexto local", acrescentou o comunicado.


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