
Crise Brasil-EUA expõe divergências entre política e economia no governo
De um lado, o Palácio do Planalto e o alto escalão da diplomacia, representado por Celso Amorim e Mauro Vieira, defendem que Lula suba o tom com o governo Trump, apostando no discurso de defesa da soberania nacional, que pode render dividendos para a campanha petista. De outro, a ala econômica, formada por integrantes do MDIC e da Fazenda, além de diplomatas de perfil mais tradicional, defendem uma postura mais contida para evitar uma escalada que afete interesses econômicos e de Estado.

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